25 de maio de 2009

Indústria cultural e cultura de massa

Posted in 1 às 11:13 por crossfiresjb

Considerando este ponto, podemos dizer que a presença do aparelho de tevê no cotidiano das pessoas é tão forte que muitos pensam que a televisão é o único lazer da população. Além da tevê, a ainda escuta de rádio AM e FM, a leitura de jornais, revistas, escuta de discos, ou seja, um lazer financiado pela publicidade comercial que usualmente se designa como industria cultural. Com isso, uma outra suspeita de que lazer é todo voltado para o consumo ou para atividade que levam ao consumo.
Os estudos de orçamento-tempo, mostraram que, efetivamente, quase a metade do tempo livre de nossa população é gasta com um lazer produzido pela indústria cultural, vindo principalmente da televisão, seguida de longe pelo rádio e, mais de longe ainda, pelos livros, discos, jornais e revistas.
Contudo, é perigoso afirmar que determinada atividade seja, ou não, produzida pela indústria cultural, é também importante observar que tais meios de comunicação de massa nada mais são do que a reprodução de conteúdos de outras práticas de lazer. Como por exemplo, o volume de concertos de música erudita ou popular vistos nas rádios e tevês é incomparavelmente maior do que o das salas de show e concertos ao vivo. O mesmo vale para outros espetáculos artísticos e para o esporte, a ginástica, a jardinagem, a culinária, a informação em geral. Trata-se de um consumo de lazer e não de prática ativa de lazer.
É importante ressaltar então, as relações estabelecidas entre indústria cultural, meios de comunicação de massa e com a cultura de massa. Em um primeiro momento, podemos achar que estas expressões funcionam como sinônimos, mas não é assim.
Não se pode falar em indústria cultural e sua conseqüência, a cultura de massa, em um período anterior ao da revolução Industrial, no século XVIII; do surgimento de uma economia de mercado, uma economia baseada no consumo de bens; e da existência de uma sociedade de consumo, segunda parte do século XIX. Assim, a indústria cultural, os meios de comunicação de massa e a cultura de massa surgem com funções do fenômeno da industrialização. E estas, através das alterações que ocorrem no modo de produção e na forma de trabalho humano, que determina um tipo particular de indústria (a cultural) e de cultura (a de massa). E isto vai dependendo completamente, do uso crescente da máquina, da submissão do ritmo de humano de trabalho ao ritmo da própria máquina, da exploração do trabalhador, da divisão do trabalho. Conseqüências da revolução industrial, traços marcantes de uma sociedade capitalista, em que é nítida a oposição de classes. Neste momento começa a surgir a cultura de massa. Podemos observar desde então, conseqüências diretas e indiretas na distribuição cultural dos dias de hoje.
Uma característica muito importante da indústria cultural, é a formação de uma cultura homogênea. Mas aqui no Brasil, por ter uma grande desigualdade na distribuição de renda, acaba por se dificultar a homogeneização da cultura.

 

Relações entre Desenvolvimento sustentável e os Protocolos mundiais.

Posted in 1 às 11:10 por crossfiresjb

 Desenvolvimento Sustentável: é uma maneira de extrair recursos naturais, sem comprometê-los para as futuras gerações. O Protocolo de Kyoto foi criado para reduzir as emissões de gases na atmosfera, e também criar formas de desenvolvimento sustentável. A Eco 92 tem como função criar meios de combate aos seguintes assuntos: alta densidade demográfica, consumo exagerado de energia ,emissão de gás carbônico.O Rio+10 foi elaborado para discutir principalmente sobre o Desenvolvimento sustentável e outros assuntos, por exemplo:a erradicação da pobreza, novos meios de consumo e produção de meios.

A educação ambiental é um processo de reconhecimento de valores e clarificações de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biofísicos. A educação ambiental também está relacionada com a prática das tomadas de decisões e a ética que conduzem para a melhora da qualidade de vida.

Macrocefalia urbana é um fenômeno urbano que ocorre principalmente em países subdesenvolvidos. É caracterizada pelo desequilíbrio populacional de uma determinada região que pode ser classificada como cidade, estado ou país onde se tornam dominantes e autoritárias em relação a outras cidades por ser favorecida pela quantidade de habitantes que contém e também pela grande quantidade de indústrias em seu território.

13 de abril de 2009

Tecnologias usadas nas Guerras

Posted in 1 às 11:05 por crossfiresjb

Granadas de mão

 A granada de mão (do francês grenade; do latim granatum, “romã”/  granum, “grão”) é um artefato bélico com uma câmara interna que leva uma carga de arrebentamento, o qual em geral se lança a pequena distância com a mão ou com o auxílio de uma arma de fogo (fuzil).

A Granada surgiu na China Medieval, durante o século IX, era feita de cebola seca, e enchida com pólvora, usava-se para destruir muros, forticações etc.

Antigamente era um projetil com a forma de romã, que se enchia de pólvora, à qual se lançava fogo. Era uma arma explosiva utilizada por tropas especiais (os granadeiros) do século XVII até o século XIX. As granadas modernas datam do início da Primeira Guerra Mundial.

Tanques de Guerra

 O primeiro carro de combate a entrar em serviço foi um Mark I, levado para combate pelo Capitão H. W. Mortimore da Marinha Real Britânica para Delville Wood durante a batalha de Somme a 15 de Setembro de 1916. A França mais tarde desenvolveu o Schneider CA1 a partir de tractores Holt, sendo utilizadores pela primeira vez a 16 de Abril de 1917. A primeira utilização maciça de carros de combate em combate ocorreu a 20 de Novembro de 1917, na batalha de Cambrai.

A guerra terminou antes que o uso de carros de combate pudesse ter um impacto significativo, apenas algumas centenas de veículos tendo efectivamente sido postos em campo. No entanto, o resultado do uso de carros de combate na Batalha de Amiens, perto do final da guerra, veio demonstrar que o combate de trincheiras estava obsoleto.

 

Funcionamento

Eles são projetados para serem poderosas armas tanto de ataque quanto de defesa, atravessar terrenos irregulares e dar segurança aos seus ocupantes mesmo sob fogo intenso. Hoje, essa missão é facilitada por modernos recursos eletrônicos de navegação e por uma blindagem super-reforçada – tudo isso sem abrir mão da marca registrada do veículo, as esteiras por onde correm as rodas. É esse acessório, aliás, que diferencia os tanques de outros carros de combate, como as viaturas blindadas (modelos como o Urutu, do Exército brasileiro, que andam sobre rodas) ou os meias-lagartas (que na frente têm rodas e atrás têm esteiras, ou vice-versa). Para ilustrar o funcionamento de um tanque, escolhemos o modelo Abrams M1A2, usado pelo Exército americano na invasão do Iraque e considerado o melhor da atualidade, o ponto mais moderno em uma escala evolutiva que começou há quase 100 anos. Os primeiros tanques da história eram toscos: no início do século 20, o Exército inglês adaptou chapas de metal em tratores para proteger piloto e passageiros dos tiros. A gambiarra deu certo e, em 1915, surgiram os primeiros protótipos de tanques, que alcançavam a “incrível” velocidade de 6,5 km/h. Em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, os britânicos se tornaram os primeiros a utilizar tanques em combate, na batalha de Somme, na França. Dos 32 veículos no front, nove conseguiram atravessar as “terras de ninguém” – regiões entre as trincheiras dos exércitos – e avançar sobre as linhas de defesa alemãs. E não foi o fogo germânico que deteve os outros 23. Eles quebraram no meio do caminho! “Hoje, a informática transformou o aspecto técnico dos carros de combate, fazendo deles um sonho para os entusiastas. Mas isso não mascara sua única finalidade: trazer morte e destruição ao inimigo”, diz o pesquisador militar Peter Eriksson, do Exército da Suécia.

30 de março de 2009

As idéias de Adorno

Posted in 1 às 11:08 por crossfiresjb

Seu pensamento

A Filosofia de Theodor Adorno, considerada uma das mais complexas do século XX, fundamenta-se na perspectiva da dialética. Uma das suas importantes obras, a Dialética do Esclarecimento, escrita em colaboração com Max Horkheimer durante a guerra, é uma crítica da razão instrumental, conceito fundamental deste último filósofo, ou, o que seria o mesmo, uma crítica, fundada em uma interpretação negativa do Iluminismo, de uma civilização técnica e da lógica cultural do sistema capitalista (que Adorno chama de “indústria cultural”). Também uma crítica à sociedade de mercado que não persegue outro fim que não o do progresso técnico.

A atual civilização técnica, surgida do espírito do Iluminismo e do seu conceito de razão, não representa mais que um domínio racional sobre a natureza, que implica paralelamente um domínio (irracional) sobre o homem; os diferentes fenômenos de barbárie moderna (fascismo e nazismo) não seriam outra coisa que não mostras, e talvez as piores manifestações, desta atitude autoritária de domínio sobre o outro, e neste particular, Adorno recorrerá a outro filósofo alemão – Nietzsche.

Na Dialética Negativa, Theodor Adorno intenta mostrar o caminho de uma reforma da razão mesma, com o fim de libertá-la deste lastro de domínio autoritário sobre as coisas e os homens, lastro que ela carrega desde a razão iluminista.

Opõe-se à filosofia dialética inspirada em Hegel, que reduz ao princípio da identidade ou a sistema todas as coisas através do pensamento, superando suas contradições (crítica também do Positivismo Lógico, que deseja assenhorar-se da natureza por intermédio do conhecimento científico), o método dialético da “não-identidade”, de respeitar a negação, as contradições, o diferente, o dissonante, o que chama também de inexpressável: o respeito ao objeto, enfim, e o rechaço ao pensamento sistemático. A razão só deixa de ser dominadora se aceita a dualidade de sujeito e objeto, interrogando e interrogando-se sempre o sujeito diante do objeto, sem saber sequer se pode chegar a compreendê-lo por inteiro.

Essa admissão do irracional (segundo ele, pensar no irracional é pensar nas categorias tradicionais que supõem uma reafirmação das estruturas sociais injustas e irracionais da sociedade) leva Adorno a valorizar a arte, sobretudo a arte de vanguarda, já por si problemática – a música atonal de Arnold Schönberg, por exemplo -, porque supõem uma independência total em relação ao que representa a razão instrumental. Na arte Adorno vê um reflexo mediado do mundo real.  

16 de março de 2009

Qual a função da escola?

Posted in Louis Althusser às 11:07 por crossfiresjb

As verdadeiras funções da escola

 

 

 

1. Função reprodutora: “garantir a reprodução social e cultural como requisito para sobrevivência mesma da sociedade”.

 

2. Função educativa: “utilizar o conhecimento para compreender as origens das influências, seus mecanismos, intenções e conseqüências, e oferecer para debate público e aberto as características e efeitos para o indivíduo e a sociedade desse tipo de processo de reprodução .

 Provocar e facilitar a reconstrução de conhecimentos, atitudes e formas de conduta que os(as) alunos(as) assimilam direta e acriticamente  nas práticas sociais de sua vida anterior e paralela à escola”

 

3. Função compensatória: “atenuar, em parte, os efeitos da desigualdade e preparar cada indivíduo para lutar e se defender nas melhores condições possíveis, no cenário social”

 

 

13 de março de 2009

Louis Althusser: Principais Idéias

Posted in Louis Althusser às 14:14 por crossfiresjb

Louis Althusser

 

 

 Louis Althusser (Birmandreis, Argélia, 19 de outubro de 1918 — Paris, 22 de outubro de 1990) foi um filósofo francês de origem Argelina. Althusser era, portanto, um pied-noir, termo que significa literalmente “pé-negro” e é usado em francês para descrever a população francesa que vivia na Argélia e que se repatriou na França depois de 1962, ano em que a Argélia se tornou independente, naquilo que foi um longo conflito sangrento. No seu uso corrente em francês, pied-noir é quase um sinônimo de repatriado.                                                   

 

O nome de Althusser foi uma homenagem a seu tio paterno, que havia morrido na Primeira Guerra Mundial. Para Althusser, sua mãe pretendia casar-se com seu tio, mas, após a morte deste e apenas em função disso, casou-se com o pai de Althusser. Ele também acreditava ser tratado como um substituto do tio falecido pela mãe, ao que ele atribui um grande dano psicológico.                                                                                                                                        

Após a morte de seu pai, Althusser, sua irmã e sua mãe se mudaram para Marseille, onde ele cresceu. Em 1937 ele se uniu ao movimento da juventude católica. Althusser era um aluno brilhante, sendo aceito no prestigiado École Normale Supérieure (ENS) em Paris. Entretanto, ele não pôde freqüentar a escola, pois estava convocado para a Segunda Guerra Mundial e, como a maioria dos soldados franceses, ficou aprisionado em um campo de concentração. Althusser era um prisioneiro relativamente feliz, permanecendo no campo até o final da guerra, ao contrário dos demais soldados, que fugiram para lutar – motivo pelo qual Althusser se puniu mais tarde.                                                                                                                                          

  Após a guerra, finalmente Althusser pôde freqüentar a École Normale Supérieure. Entretanto, sua saúde mental e psicológica estava severamente abalada, tendo, inclusive, recebido a terapia de eletrochoques em 1947. A partir de então, Althusser sofreu de enfermidades periódicas durante o resto de sua vida. A Ecole Normale Supérieure foi simpática a sua condição, permitindo que ele residisse em seu próprio quarto na enfermaria, onde ele viveu por décadas, a não ser em períodos de internação hospitalar.                                 

 Marxista, filiou-se ao Partido Comunista Francês em 1948. No mesmo ano, tornou-se professor da Ecole Normale Supérieure.                                                                                                       

Em 1946 Althusser conheceu Hélène Rytmann, uma revolucionária de origem judaico-lituana, oito anos mais velha. Ela foi sua companheira até 16 de novembro de 1980, quando foi estrangulada pelo próprio Althusser, num surto psicótico. As exatas circunstâncias do ocorrido não são conhecidas – uns afirmam ter se tratado de um acidente; outros dizem que foi um ato deliberado. Althusser afirma não se lembrar claramente do fato, alegando que, enquanto massageava o pescoço da mulher, descobriu que a tinha matado. A justiça considerou-o inimputável no momento dos acontecimentos e, em conformidade com a legilação francesa, foi declarado incapaz e inocentado em 1981.                                                                                                                            

Cinco anos mais tarde, em seu livro L’avenir dure longtemps, Althusser refletiu sobre o fato, pretendendo reivindicar uma espécie de responsabilidade por seus atos quando do assassinato, o que gerou uma polêmica entre seus correligionários e detratores, sobre tal responsabilidade ser filosófica ou real. Althusser não foi preso mas foi internado no Hospital Psiquiátrico Sainte-Anne, onde permaneceu até 1983. Após esta data, ele se mudou para o norte de Paris, onde viveu de forma reclusa, vendo poucas pessoas e não mais trabalhando, a não ser em sua autobiografia.

Louis Althusser morreu de ataque cardíaco em 22 de outubro de 1990, aos 72 anos.

 

 

 

Althusser e a Educação – O Aparelho Ideológico de Estado escolar

No passado, o número dos Aparelhos Ideológicos de Estado era maior, sendo a Igreja o dominante, reunindo funções religiosas, escolares, de informação e de cultura. A Revolução Francesa resultou não apenas na transferência do poder do Estado para a burguesia capitalista comercial, resultando também no ataque ao Aparelho Ideológico de Estado número um – a Igreja -, substituída em seu papel dominante pelo Aparelho Ideológico de Estado escolar. Na verdade, enquanto o Aparelho Ideológico de Estado político ocupava o primeiro plano no palco, na coxia o Aparelho Ideológico de Estado escolar foi estabelecido como dominante pela burguesia

A escola se encarrega das crianças de todas as classes sociais desde a mais tenra idade, inculcando nelas os saberes contidos da ideologia dominante (a língua materna, a literatura, a matemática, a ciência, a história) ou simplesmente a ideologia dominante em estágio puro (moral, educação cívica, filosofia). E nenhum outro Aparelho Ideológico de Estado dispõe de uma audiência obrigatória por tanto tempo (6h/5dias por semana) e durante tantos anos – precisamente no período em que o indivíduo é mais vulnerável, estando espremido entre o Aparelho Ideológico de Estado familiar e o Aparelho Ideológico de Estado escolar.                           

Segundo Althusser, raros são os professores que se posicionam contra a ideologia, contra o sistema e contra as práticas que os aprisionam. A maioria nem sequer suspeita do trabalho que o sistema os obriga a fazer ou, o que é ainda pior, põem todo o seu empenho e engenhosidade em fazê-lo de acordo com a última orientação (os métodos novos). Eles questionam tão pouco que pelo próprio devotamento contribuem para manter e alimentar essa representação ideológica da escola, que hoje faz da Escola algo tão natural e indispensável quanto era a Igreja no passado.                                                                                                          

 Althusser tradicionalmente se afirmava como marxista, mas seu modo de pensar a educação também pode ser enquadrado na perspectiva funcionalista-durkheimiana, já que em Althusser a educação tem uma papel tão fundamental quanto em Durkheim. Mas enquanto este último analisa a conservação do “equilíbrio social”, Althusser busca a ruptura, a revolução. Para Althusser, o papel da educação e suas operações são determinados fora dela, na base econômica da sociedade – perspectiva um tanto próxima a da de Bourdieu embora este último tenha incluído a especificidade da reprodução do capital simbólico.

 

 

 

 

9 de março de 2009

Comparação: Beatles e Akon

Posted in Música às 02:05 por crossfiresjb

Claro que eu não seria tão tolo em querer comparar Os Beatles – a banda que revolucionou não só o Rock n’ Roll mas a música em geral, a banda que em sua época era mais popular que Jesus Cristo, uma das bandas mais importantes e conhecidas de todos os tempos – com Akon, – um dos cantores mais famosos atualmente, que vem ganhando fama e importância na música muito rapidamente – ainda mais se tratando de gêneros tão distintos e de épocas tão diferentes. Estamos aqui para tentar comparar a influência que a tecnologia teve nos Beatles e na música de Akon.

Uma coisa a gente não pode esquecer, Os Beatles, independentemente da tecnologia, existiria; já Akon não, sua música necessita muito da tecnolgia que temos hoje, se Akon vivesse na mesma época dos Beatles ele teria que cantar outro tipo de música ou fazer outra coisa pra ganhar a vida; essa já é uma grande diferença de influência entre os dois.

Em seus vídeos clipes há uma diferença monstruosa, em quanto os clipes dos Beatles na maioria das vezes mostram pedaços de shows e suas fãs extasi emocional, os de Akon parece com um pequeno filme, contando a história da música, às vezes poucos minutos que tiveram muito investimento. Nos clipes abaixo a diferença entre as produções.

Nesse clipe de “Dangerous” podemos notar todo um contexto, uma história parecida com a de um pequeno filme.

Neste video de “Twist n’ Shout” o que vemos é apenas a banda cantando, diferente do clipe do Akon

A tecnologia também interferi no modo em que cada um se veste, os Beatles sempre com os tradicionais ternos e Akon sempre com roupas diferentes, a excessão é o jeans que quase sempre o acompanha.

O fato é que hoje em dia o cantor tem mais chance de expor o seu trabalho do que antigamente. Os Beatles não contaran com a ajuda de TV, Internet ou YouTube, eles divulgavam seu trabalho pelo rádio e com shows, já o Akon teve o “privilégio” de estar nessa época, onde se tendo uma câmera, e um pc conectado à Internet qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo pode ver e ouvir sua música.

Mas a tecnologia não os fez famosos, o que fez Os Beatles serem famosos é a mesma coisa que faz Akon ser um sucesso, é aquilo que por enquanto a tecnologia não faz por você, que é saber cantar e encantar.

8 de março de 2009

Microsoft x Apple

Posted in Tecnologia às 00:50 por crossfiresjb

Conheça mais sobre as duas empresas que revolucionaram o mundo digital, de um lado Bill Gates e Paul Allen, do outro, Steve Jobs e Stephen Gary Wozniak, quatro gênios, quatro homens que fizeram o que pra muitos era impossível, juntos formariam um verdadeiro “Quarteto Fantástico”, mas o destino não quis assim e por isso hoje duelam pra ver quem controlará o universo digital.

Abaixo o link da matéria da Veja, curiosidades, informação e muito mais nesta bela matéria. Dê uma olhada na matéria, você não vai se arrepende, eu garanto !!

Matéria da Veja que vale muito a pena ver

4 de março de 2009

Akon a voz do momento

Posted in Música às 18:16 por crossfiresjb

3 de março de 2009

The Beatles: A Voz da Revolução

Posted in Música às 17:51 por crossfiresjb

Biografia

The Beatles foi uma banda de rock de Liverpool, Inglaterra, com suas raízes no final da década de 1950 e formada na década de 1960. Constituído principalmente por James Paul McCartney (baixo, piano e vocal), John Winston Lennon (guitarra e vocais), George Harrison (guitarra solo e vocal) e Richard Starkey Jr. (Ringo Starr) – (bateria e vocal), o grupo é reconhecido por ter liderado a “Invasão Britânica” nos Estados Unidos, no início dos anos 1960.

Embora inicialmente o estilo musical do grupo tenha sido influenciado pelo rock and roll e pelo skiffle de 1950, a banda explorou durante a carreira gêneros que vão de rock melódico à rock psicodélico. Os “garotos de Liverpool”, ou “Fab Four” – “quarteto fabuloso” como eram chamados, obtiveram fama, popularidade e notoriedade até hoje inéditas para uma banda musical, e tornaram-se a banda de maior sucesso e de maior influência do século XX. Suas vestimentas, os cortes de cabelo, e sua crescente consciência social influenciaram a forma de ser dos jovens daquela geração; por causa disso, criou-se o termo beatlemania.

Considerado o grupo musical mais bem-sucedido da história, sendo os seus membros aclamados por público e crítica, com mais de um 1,5 bilhão de álbuns vendidos em todo o mundo. Os Beatles incluíram em sua carreira feitos que influenciaram todas as gerações seguintes: foram os precursores da música indiana no pop/rock ocidental; foram a primeira banda a fazer vídeos musicais de suas canções.

Em 2003, a Rolling Stone americana classificou-o como o melhor álbum de todos os tempos e, em 2004, incluiu os Beatles em primeiro lugar na Lista dos Cem Maiores Artistas de Todos os Tempos. De acordo com essa mesma revista, a música inovadora e o impacto cultural dos Beatles ajudaram a definir a década de 1960, e sua influência cultural e pop ainda continua viva e intensa nos dias de hoje.

Paul McCartney (nascido James Paul McCartney em Liverpool, 18 de junho de 1942, tornado Sir James Paul McCartney quando condecorado com o OIB em 1997): compositor, baixista, pianista, cantor, percussionista, guitarrista (ocasionalmente) e baterista (ocasionalmente), membro de 1957 à 1970. McCartney é autor de músicas muito aclamadas dos Beatles. Desde a primeira música do primeiro disco Please Please Me, I Saw Her Standing There, passando por hinos históricos como Hey Jude, Let It Be, Eleanor Rigby, Yesterday entre outras, até a última música do último álbum dos Beatles, Let It Be, “Get Back”, além de idealizar muitas criações conceituais da banda como o álbum Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band. Formou, com Lennon, a dupla mais celebrada do rock and roll.

John Lennon (nascido John Winston Lennon em Liverpool, 9 de outubro de 1940, tornado John Ono Lennon quando casado com a artista plástica Yoko Ono em 1969; foi assassinado em Nova Iorque, em 8 de dezembro de 1980, ao lado do Central Park): fundador do grupo e integrante dele de 1957 – quando ainda era o The Quarrymen – até 1970 (quando os integrantes se separaram antes da dissolução legal da justiça), compositor, cantor, multi-instrumentista tocando piano, guitarra, gaita, instrumentos de percussão, teclados (como clavioline, cravo, mellotron e órgão), baixo (ocasionalmente), violão, maracas, pandeiro (em canções dos álbuns Revolver e Magical Mystery Tour) e tape loops. Compôs alguns dos maiores sucessos dos Beatles, inclusive a canção All You Need Is Love, apresentada na primeira transmissão por satélite ao vivo do mundo e que ainda hoje é um hino para várias gerações.

George Harrison (nascido em Liverpool, 25 de fevereiro de 1943, e morto de câncer em Los Angeles, em 29 de novembro de 2001): compositor, guitarrista solo, cantor, tocava sitar e outros instrumentos da Índia, percussionista, tocava teclado e sintetizador, membro de 1958 à 1970. Harrison tornou-se célebre por introduzir a música indiana no rock and roll, e produziu canções que com o tempo tornaram-se muito famosas: “While My Guitar Gently Weeps”, “Here Comes the Sun”, a balada “Something” e outras. Na década de 1970, Harrison desenvolveu uma carreira solo de grande sucesso, lançando álbuns aclamados pelo público e pela crítica.

Ringo Starr (nascido Richard Starkey em Liverpool, 7 de julho de 1940): baterista, percussionista, cantor, compositor (ocasionalmente), membro de 1962 à 1970. Starr foi o último músico a entrar na banda. Depois de sair dela, ainda nos anos 70, construiu uma carreira solo de sucesso considerável.

Discografia

Beatlemania (1963)

Beatles Again (1964)

Os Reis do Iê, Iê, Iê (1964)

Beatles 65 (1965)

Help! (1965)

Rubber Soul (1966)

Revolver (1966)

Beatles Oldies…but goldies (1967) -coletânea

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967)

The Beatles ou Álbum Branco (1968)

Yellow Submarine (1968)

Abbey Road (1969)

Hey Jude (álbum) (1970) -coletânea

Let it be (1970)

The Early Years (1971) -músicas com Tony Sheridan

Beatles forever (1972) -coletânea rara(primeira prensagem),pois a música Penny Lane tem dois erros(parada na música e um erro de rotação,se for

da primeira tiragem)

The Beatles 1962/1966 (1973) -coletânea

The Beatles 1967/1970 (1973) –coletânea

Please Please Me (1975)

With the Beatles (1975)